Já vi que a Sonho começou o projecto da imagem por dia e, ao vir aqui vê-lo, lembrei-me de algo que descobri há alguns dias e que achei interessante partilhar convosco. Sei que disse que ia escrever algo sobre fazer anos, mas a inspiração não me ocorre e o tempo já passou para isso.
Este texto, é atribuído a Alexandre o Grande e são os seus últimos desejos. Não sei se são verdadeiras as palavras e se lhe podem ser atribuídas mas, mesmo assim, é sempre algo interessante e que, espero, vos possa fazer reflectir um pouco. Deixem a vossa opinião no comentário! ^^
À beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou os seus três últimos desejos:
– Que o seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
– Que, no caminho até ao seu túmulo, fossem espalhados os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas…)
– Que as suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
– Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
– Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
– Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos…
Adaptado daqui
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